Farmacovigilância de ponta a ponta, do relato recebido ao RPBR, dentro de um único sistema.
Registre relatos espontâneos ou de estudos clínicos, codifique com os dicionários WHODrug e MedDRA, faça a análise de causalidade, exporte em XML E2B(R3) e gere o RPBR, com o prazo de envio calculado automaticamente pelo UltraVig.
Aprovado no WHODrug Software Certification Programme do Uppsala Monitoring Centre desde 2023, em lista pública.
Um caso, do primeiro contato ao protocolo
- EntradaRelato registradoEspontâneo ou de estudo clínico, na mesma tela.
- CodificaçãoWHODrug e MedDRA no casoMedicamento e evento codificados sem sair do relato.
- PrazoPrevisão de envio geradaPor gravidade e por fonte, em dias corridos ou úteis.
- EnvioXML E2B(R3) e leitura do ACKO que voltou do VigiMed fica gravado no lote e no relato.
- PeriódicoRPBR montado pelo sistemaPor princípio ativo, com clones consolidados e exposição calculada.
Oito recursos que a equipe usa todo dia
Tudo isto é o núcleo do produto, sem módulo à parte.
E2B(R3) com lote e ACK
Gera o XML do caso, agrupa em lote, importa lote de parceiro e lê o ACK, gravando status e mensagem no lote e em cada relato. Gerar arquivo é metade do ciclo; saber o que voltou é a outra.
WHODrug dentro do caso
O medicamento é codificado pelo dicionário na própria tela do relato. Produto próprio já vem populado; produto de terceiro se busca no WHODrug sem sair do caso.
O prazo é gerado, não digitado
Configurado por gravidade e por fonte, em dias corridos ou úteis, o sistema cria sozinho as linhas de previsão de envio, para órgão regulatório e para parceiro comercial, e marca em vermelho o que está pendente.
VigiGrade antes de enviar
O escore de completude do ICSR, do UMC, mostra o que ainda falta no caso. Dá para corrigir antes de ele sair, não depois do ACK.
Gravidade que não passa batido
Se o termo MedDRA escolhido consta da IME List da EMA, o sistema marca sozinho "evento clinicamente significante".
RPBR montado pelo sistema
Montado por princípio ativo, com produtos, apresentações, período e clones consolidados. O grau de exposição sai calculado, e o sistema acompanha o relatório até o protocolo.
Nada é sobrescrito
Cada gravação vira versão, e a rastreabilidade mostra o que mudou, inclusive nos campos que o sistema recalcula sozinho. Item já utilizado não pode ser excluído.
O dia a dia da equipe
Atividades atribuídas a quem vai executar, follow-up agendado pelo sistema e um conjunto de relatórios e gráficos para acompanhar a operação.
O UltraVig é aprovado no programa de certificação de software do Uppsala Monitoring Centre
O UMC, centro colaborador da Organização Mundial da Saúde, mantém o WHODrug Software Certification Programme e publica a relação dos sistemas aprovados. O UltraVig está nessa relação desde fevereiro de 2023, e foi o primeiro sistema brasileiro a integrá-la.
O que perguntam antes da demonstração
Como a notificação chega ao VigiMed?
O UltraVig gera o arquivo XML no padrão ICH E2B(R3) a partir do relato, individualmente ou agrupado em lote. O envio é feito por upload do arquivo na interface do VigiMed Empresas. É assim que a plataforma da Anvisa funciona, para todo fornecedor: não existe gateway de transmissão. A parte que costuma faltar vem depois: o Acklog devolvido pelo VigiMed é importado de volta, e o status e a mensagem ficam gravados no lote e em cada relato. Você sabe qual caso entrou e qual precisa de ajuste sem abrir XML na mão.
O WHODrug e o MedDRA vêm junto com o sistema?
Não, e isso vale para qualquer fornecedor. As licenças dos dicionários são contratadas pela sua empresa: WHODrug com o Uppsala Monitoring Centre, MedDRA com a MSSO. O que o UltraVig entrega é a implementação: a busca do WHODrug na tela do medicamento, com MPID, MAH, forma, dosagem, país e ingrediente; o MedDRA no evento adverso, na história médica e na causa mortis, com a hierarquia LLT, PT, HLT e HLTG; e a versão do dicionário controlada por configuração. É essa implementação que está aprovada na certificação do UMC.
Como funciona o controle de prazos?
Você configura, por gravidade e por fonte do relato, quantos dias tem cada envio e se a contagem é em dias corridos ou úteis. A partir daí o sistema cria sozinho as linhas de previsão de envio dentro do relato, para órgão regulatório e para parceiro comercial, e marca a aba em vermelho com o que está pendente. Há campos próprios de SUSAR, que só entram no cálculo quando o caso reúne os critérios: fonte estudo clínico, evento grave, reação não listada e causalidade suspeita. Alertas por e-mail avisam antes do vencimento, com prazo, recorrência e duração configuráveis.
E o histórico? Uma inspeção pode pedir um caso de anos atrás.
Cada gravação do relato gera uma versão, com o tipo de alteração. A tela de rastreabilidade mostra, linha a linha, o campo do banco, o campo da tela e o de → para, inclusive nos campos que o sistema recalcula sozinho, como prazos e contatos. A assinatura eletrônica das transições fica gravada ali. Nada é sobrescrito e item já utilizado não pode ser excluído.
Já usamos o sistema global da matriz. O UltraVig conflita?
Não. A Anvisa respondeu, na Q&A oficial da RDC 406, que o sistema de farmacovigilância deve estar em território nacional, ainda que elementos e processos da matriz sejam incorporados. E as especificações regionais brasileiras do E2B(R3) não estão no guia do ICH: estão no Manual de Uso do VigiMed Empresas e nas Instruções para a Criação de Arquivos XML publicadas no Portal da Anvisa. É esse pedaço que costuma gerar retrabalho quando o arquivo vem de fora, e é onde um sistema local entra sem disputar o escopo global. A interface funciona em português, inglês e espanhol, então a tela que você mostra para a matriz é a mesma que a equipe usa aqui.
O UltraVig funciona sozinho ou depende dos outros sistemas da Ultréia?
Funciona sozinho: nenhum outro módulo é pré-requisito. Ele faz parte da Suíte Ultréia, e quando o UltraCRM é contratado junto, o SAC que atende a queixa gera o relato direto no UltraVig, sem ninguém redigitar. O UltraReg, de assuntos regulatórios, é outro sistema da suíte. Cada módulo é contratado à parte, e a integração entre eles já vem construída.
Onde os dados ficam?
Onde a sua política de TI mandar. A Ultréia pode assumir a operação inteira: hospedagem, backup e segurança, em servidor em nuvem exclusivo da sua empresa, com a sua equipe cuidando de farmacovigilância em vez de servidor. E se a política não admite dado de paciente fora do parque próprio, o UltraVig é instalado on-premise, na sua infraestrutura, sem exceção a pedir para a Segurança da Informação. Nos dois casos, acesso com autenticação multifator.
Veja o UltraVig rodando um caso como os seus
Trinta minutos com um especialista da Ultréia, sobre um caso da sua classe de produto e do seu volume. Você direciona o que quer ver. Sem compromisso.
- Um relato do primeiro contato ao XML E2B(R3) gerado
- WHODrug, prazo e causalidade funcionando na tela
- O ACK do VigiMed entrando de volta no caso