UltraVig · Farmacovigilância humana

Farmacovigilância de ponta a ponta, do relato recebido ao RPBR, dentro de um único sistema.

Registre relatos espontâneos ou de estudos clínicos, codifique com os dicionários WHODrug e MedDRA, faça a análise de causalidade, exporte em XML E2B(R3) e gere o RPBR, com o prazo de envio calculado automaticamente pelo UltraVig.

Aprovado no WHODrug Software Certification Programme do Uppsala Monitoring Centre desde 2023, em lista pública.

Um caso, do primeiro contato ao protocolo

  1. EntradaRelato registradoEspontâneo ou de estudo clínico, na mesma tela.
  2. CodificaçãoWHODrug e MedDRA no casoMedicamento e evento codificados sem sair do relato.
  3. PrazoPrevisão de envio geradaPor gravidade e por fonte, em dias corridos ou úteis.
  4. EnvioXML E2B(R3) e leitura do ACKO que voltou do VigiMed fica gravado no lote e no relato.
  5. PeriódicoRPBR montado pelo sistemaPor princípio ativo, com clones consolidados e exposição calculada.
Aprovado no WHODrug Software Certification Programme do UMC 18 anos na indústria de saúde +40 clientes Suíte Ultréia
Dentro do sistema

Oito recursos que a equipe usa todo dia

Tudo isto é o núcleo do produto, sem módulo à parte.

E2B(R3) com lote e ACK

Gera o XML do caso, agrupa em lote, importa lote de parceiro e lê o ACK, gravando status e mensagem no lote e em cada relato. Gerar arquivo é metade do ciclo; saber o que voltou é a outra.

WHODrug dentro do caso

O medicamento é codificado pelo dicionário na própria tela do relato. Produto próprio já vem populado; produto de terceiro se busca no WHODrug sem sair do caso.

O prazo é gerado, não digitado

Configurado por gravidade e por fonte, em dias corridos ou úteis, o sistema cria sozinho as linhas de previsão de envio, para órgão regulatório e para parceiro comercial, e marca em vermelho o que está pendente.

VigiGrade antes de enviar

O escore de completude do ICSR, do UMC, mostra o que ainda falta no caso. Dá para corrigir antes de ele sair, não depois do ACK.

Gravidade que não passa batido

Se o termo MedDRA escolhido consta da IME List da EMA, o sistema marca sozinho "evento clinicamente significante".

RPBR montado pelo sistema

Montado por princípio ativo, com produtos, apresentações, período e clones consolidados. O grau de exposição sai calculado, e o sistema acompanha o relatório até o protocolo.

Nada é sobrescrito

Cada gravação vira versão, e a rastreabilidade mostra o que mudou, inclusive nos campos que o sistema recalcula sozinho. Item já utilizado não pode ser excluído.

O dia a dia da equipe

Atividades atribuídas a quem vai executar, follow-up agendado pelo sistema e um conjunto de relatórios e gráficos para acompanhar a operação.

Certificação WHODrug

O UltraVig é aprovado no programa de certificação de software do Uppsala Monitoring Centre

O UMC, centro colaborador da Organização Mundial da Saúde, mantém o WHODrug Software Certification Programme e publica a relação dos sistemas aprovados. O UltraVig está nessa relação desde fevereiro de 2023, e foi o primeiro sistema brasileiro a integrá-la.

UltraVig · WHODrug Software Certification Programme Aprovado em 15 de fevereiro de 2023, formato C3, WHODrug Global. Relação pública em who-umc.org.
Perguntas frequentes

O que perguntam antes da demonstração

Como a notificação chega ao VigiMed?

O UltraVig gera o arquivo XML no padrão ICH E2B(R3) a partir do relato, individualmente ou agrupado em lote. O envio é feito por upload do arquivo na interface do VigiMed Empresas. É assim que a plataforma da Anvisa funciona, para todo fornecedor: não existe gateway de transmissão. A parte que costuma faltar vem depois: o Acklog devolvido pelo VigiMed é importado de volta, e o status e a mensagem ficam gravados no lote e em cada relato. Você sabe qual caso entrou e qual precisa de ajuste sem abrir XML na mão.

O WHODrug e o MedDRA vêm junto com o sistema?

Não, e isso vale para qualquer fornecedor. As licenças dos dicionários são contratadas pela sua empresa: WHODrug com o Uppsala Monitoring Centre, MedDRA com a MSSO. O que o UltraVig entrega é a implementação: a busca do WHODrug na tela do medicamento, com MPID, MAH, forma, dosagem, país e ingrediente; o MedDRA no evento adverso, na história médica e na causa mortis, com a hierarquia LLT, PT, HLT e HLTG; e a versão do dicionário controlada por configuração. É essa implementação que está aprovada na certificação do UMC.

Como funciona o controle de prazos?

Você configura, por gravidade e por fonte do relato, quantos dias tem cada envio e se a contagem é em dias corridos ou úteis. A partir daí o sistema cria sozinho as linhas de previsão de envio dentro do relato, para órgão regulatório e para parceiro comercial, e marca a aba em vermelho com o que está pendente. Há campos próprios de SUSAR, que só entram no cálculo quando o caso reúne os critérios: fonte estudo clínico, evento grave, reação não listada e causalidade suspeita. Alertas por e-mail avisam antes do vencimento, com prazo, recorrência e duração configuráveis.

E o histórico? Uma inspeção pode pedir um caso de anos atrás.

Cada gravação do relato gera uma versão, com o tipo de alteração. A tela de rastreabilidade mostra, linha a linha, o campo do banco, o campo da tela e o de → para, inclusive nos campos que o sistema recalcula sozinho, como prazos e contatos. A assinatura eletrônica das transições fica gravada ali. Nada é sobrescrito e item já utilizado não pode ser excluído.

Já usamos o sistema global da matriz. O UltraVig conflita?

Não. A Anvisa respondeu, na Q&A oficial da RDC 406, que o sistema de farmacovigilância deve estar em território nacional, ainda que elementos e processos da matriz sejam incorporados. E as especificações regionais brasileiras do E2B(R3) não estão no guia do ICH: estão no Manual de Uso do VigiMed Empresas e nas Instruções para a Criação de Arquivos XML publicadas no Portal da Anvisa. É esse pedaço que costuma gerar retrabalho quando o arquivo vem de fora, e é onde um sistema local entra sem disputar o escopo global. A interface funciona em português, inglês e espanhol, então a tela que você mostra para a matriz é a mesma que a equipe usa aqui.

O UltraVig funciona sozinho ou depende dos outros sistemas da Ultréia?

Funciona sozinho: nenhum outro módulo é pré-requisito. Ele faz parte da Suíte Ultréia, e quando o UltraCRM é contratado junto, o SAC que atende a queixa gera o relato direto no UltraVig, sem ninguém redigitar. O UltraReg, de assuntos regulatórios, é outro sistema da suíte. Cada módulo é contratado à parte, e a integração entre eles já vem construída.

Onde os dados ficam?

Onde a sua política de TI mandar. A Ultréia pode assumir a operação inteira: hospedagem, backup e segurança, em servidor em nuvem exclusivo da sua empresa, com a sua equipe cuidando de farmacovigilância em vez de servidor. E se a política não admite dado de paciente fora do parque próprio, o UltraVig é instalado on-premise, na sua infraestrutura, sem exceção a pedir para a Segurança da Informação. Nos dois casos, acesso com autenticação multifator.

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Veja o UltraVig rodando um caso como os seus

Trinta minutos com um especialista da Ultréia, sobre um caso da sua classe de produto e do seu volume. Você direciona o que quer ver. Sem compromisso.

  • Um relato do primeiro contato ao XML E2B(R3) gerado
  • WHODrug, prazo e causalidade funcionando na tela
  • O ACK do VigiMed entrando de volta no caso

Resposta no mesmo dia útil.

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